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Publicado em 21/01/2021

Microagulhamento ou peeling químico? Para eu responder a essa dúvida, é importante que você responda antes a outra: qual efeito você deseja na sua pele?
Se for a melhora da qualidade do tecido e o estímulo à produção de colágeno, aí, sim, começamos a permear a pergunta inicial. Hidratação e suavizar rugas finas de expressão, também!
De fato, os dois procedimentos oferecem a melhora significativa do tecido e a estimulação do organismo para a produção de colágeno, mas provocam impactos diferentes nessa transformação.
É muito importante que você entenda essas diferenças. Para isso, é necessário definirmos cada um dos procedimentos:

Microagulhamento

O microagulhamento é uma técnica que envolve o uso de um equipamento para aplicação tópica. Geralmente, utiliza-se uma pequena haste em cuja ponta há um rolinho com várias microagulhas (daí o nome do procedimento) com tamanhos que podem variar entre 0,5 e 2 milímetros. Mas há também uma espécie de caneta ( microagulhamento automático) e até de carimbo, com a mesma propriedade.
A ideia é fazer microperfurações na pele que levam o corpo a reagir com a produção de colágeno e de algumas fibras naturais, revigorando a pele na área de aplicação. Seu tratamento é indicado para combater a flacidez, o melasma e cicatrizes, especialmente as provocadas pela acne. Através destas microperfurações causadas pelas agulhas, também é possível a infusão de mesclas, drug delivery, por meio do qual é possível entregar ativos que beneficiam a pele!

Peeling químico

Peeling é uma palavra de origem inglesa que significa descamar, desprender. Daí se tira o conceito em torno do tratamento. A proposta do peeling químico é promover a “destruição” controlada e intencional da pele, de modo a renová-la e revigorá-la (lembra da produção de colágeno, que eu falei no início do texto?) a partir de uma descamação. Isso pode ser feito em diferentes profundidades, ou seja, na camada superficial, média ou profunda.
A renovação da pele na camada superficial costuma resultar na soltura de tecidos bem fininhos, enquanto as outras resultam no surgimento momentâneo de crostas.
E por que o nome “químico”? Sim, porque essa descamação é feita utilizando agentes químicos. Alguns utilizados no procedimento são o fenol, o ácido retinoico, o ácido salicílico, entre outros.
A renovação da pele ocorre num período que varia entre 4 e 15 dias, conforme a profundidade escolhida.
O peeling químico costuma ser indicado em procedimentos que combatem manchas na pele, rugas e cicatrizes, incluindo aquelas oriundas da acne.

Qual utilizar?

Se você chegou até este ponto, deve ter observado que a finalidade de cada procedimento não é tão distante assim.
O que muda então?
Na minha avaliação, o excesso de riscos do peeling.
O uso de abrasivos na pele, incluindo camadas profundas, pode provocar queimaduras gravíssimas, cicatrizes e intoxicações, e há casos específicos que exigem até mesmo o monitoramento cardíaco do paciente.

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Riscos no microagulhamento

Apontar os riscos do peeling químico não significa dizer que o microagulhamento é 100% seguro. Mas, além de serem bem menores numa escala percentual, os casos são relativos.
A contraindicação do uso das microagulhas ocorre quando o paciente apresenta machucados na pele no local onde deseja fazer o procedimento. Além disso, não é recomendado a pessoas que fazem uso de anticoagulantes ou que estejam sofrendo com uma herpes ou psoríase na área de aplicação. Os riscos, portanto, são mais administráveis no caso das microagulhas.

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